Carris parou
A braços com a privatização encapotada com a transferência da tutela para a Câmara de Lisboa - a chamada municipalização - e a ameaça de despedimentos, eléctricos, autocarros e elevadores estiveram ontem parados no cumprimento de uma greve de 24 horas, convocada pela Festru/CGTP-IN e a CT da Carris.
Ameaçados com as «rescisões por mútuo acordo», os trabalhadores decidiram avançar para a greve após a administração ter anunciado a intenção de diminuir o quadro de pessoal em mais 1200 Trabalhadores até 2005.
A meta para este ano, já ultrapassada, era de 500 postos efectivos.
A desactivação da estação de Cabo Ruivo e a entrega dos serviços de manutenção da frota a empresas privadas - com o fim anunciado do estaleiro de Santo Amaro em Alcãntara - são medidas que, para a Festru e a CT deixam a frota numa «situação limite» no que concerne à segurança e manutenção de veículos.
Ameaçados com as «rescisões por mútuo acordo», os trabalhadores decidiram avançar para a greve após a administração ter anunciado a intenção de diminuir o quadro de pessoal em mais 1200 Trabalhadores até 2005.
A meta para este ano, já ultrapassada, era de 500 postos efectivos.
A desactivação da estação de Cabo Ruivo e a entrega dos serviços de manutenção da frota a empresas privadas - com o fim anunciado do estaleiro de Santo Amaro em Alcãntara - são medidas que, para a Festru e a CT deixam a frota numa «situação limite» no que concerne à segurança e manutenção de veículos.




