Russos celebram Lénine
Milhares de russos assinalaram, domingo, a passagem dos 137 anos do nascimento de Vladimir Ilitch Ulianov, Lénine, figura maior da primeira revolução socialista triunfante, em Outubro de 1917, na Rússia.
Em Moscovo, as comemorações concentraram-se junto ao mausoléu do revolucionário e estadista comunista. Membros do comité central do Partido Comunista da Federação Russa e deputados daquela formação política na Duma juntaram-se aos populares para depositarem cravos vermelhos junto dos restos mortais de Lénine.
Por diversas vezes, o governo de Vladimir Putin tentou aprovar uma lei que obrigaria o desmantelamento do mausoléu, mas a oposição do povo, para quem a gratidão não é uma palavra vã, tem até agora gorado as intenções revanchistas do presidente.
Em Kalinengrado, Lénine também não foi esquecido e os habitantes participaram na restituição de uma estátua em sua homenagem junto ao edifício da Casas das Artes.
A recolocação da obra, com quase cinco metros de altura e retirada em 2004, representa, para o presidente da câmara de Kalinegrado, Yuri Savenko, a afirmação de que Lénine «faz parte de uma história que não se deve apagar mas, pelo contrário, respeitá-la respeitando os homens que a fizeram».
Em Moscovo, as comemorações concentraram-se junto ao mausoléu do revolucionário e estadista comunista. Membros do comité central do Partido Comunista da Federação Russa e deputados daquela formação política na Duma juntaram-se aos populares para depositarem cravos vermelhos junto dos restos mortais de Lénine.
Por diversas vezes, o governo de Vladimir Putin tentou aprovar uma lei que obrigaria o desmantelamento do mausoléu, mas a oposição do povo, para quem a gratidão não é uma palavra vã, tem até agora gorado as intenções revanchistas do presidente.
Em Kalinengrado, Lénine também não foi esquecido e os habitantes participaram na restituição de uma estátua em sua homenagem junto ao edifício da Casas das Artes.
A recolocação da obra, com quase cinco metros de altura e retirada em 2004, representa, para o presidente da câmara de Kalinegrado, Yuri Savenko, a afirmação de que Lénine «faz parte de uma história que não se deve apagar mas, pelo contrário, respeitá-la respeitando os homens que a fizeram».




