- Nº 1979 (2011/11/3)
O Qatar admitiu o envolvimento dos seus soldados na guerra imperialista contra o povo líbio. Os militares do Qatar, admitiu o Chefe do Estado-Maior do país, foram a ponte de comunicação entre as milícias do CNT e a NATO, e serviram como instrutores dos sublevados.
Entretanto, o CNT solicitou à NATO que mantenha a sua missão na Líbia, facto admitido pelo secretário-geral do bloco militar imperialista na recente visita a Tripoli.
Rasmussen precisou, no entanto, que a «ajuda» da NATO à «transição» terá de ser a coberto das Nações Unidas.