Valorizar salários
O PCP realizou recentemente no centro do Funchal uma acção de contacto com os trabalhadores e as populações para apresentar as suas propostas de aumento do salário mínimo para 600 euros já em Janeiro e de valorizar o acréscimo regional para os 7,5 por cento. Na base da proposta está a constatação de que o salário mínimo português é não apenas um dos mais baixos da Zona Euro como é aquele cuja actualização foi mais lenta, «tão lenta que durante a governação PSD/CDS cresceu abaixo do valor da inflação», sustentam os comunistas madeirenses. Aliás, acrescentam, para que fosse mantido o mesmo nível de poder de compra existente aquando da criação do salário mínimo nacional, em 1974, ele deveria já ser de 600 euros há dois anos: o PCP defende este valor já em Janeiro. Quanto ao aumento do acréscimo regional do SMN para os 7,5 por cento, o PCP realça que o actualmente existente, de dois por cento, é «insuficiente para fazer face aos custos de insularidade».




